quinta-feira, 14 de março de 2013

REPARAÇÃO AUTOMOTIVA - Peças Originais x Peças Não originais

Apresentamos a seguir matéria extraída da CESVI BRASIL sobre um tema que hoje se coloca como alternativa para seguros mais baratos ou para uso em veículos usados e portanto com tempo de uso.

Em um primeiro momento vamos definir o significado de peças originais e peças NÃO originais:


Já é oficial a norma brasileira ABNT NBR 15296, que discorre sobre as definições
relacionadas à nomenclatura de peças automotivas. Confira o que diz
a norma:

Peça de produção original
Peça que integra um produto original (veículo automotor) em sua linha de
montagem.
Peça de reposição original*
Também denominada peça genuína ou peça legítima, destinada a substituir
peça de produção original para efeitos de manutenção ou reparação, caracterizada
por ter sido concebida pelo mesmo processo de fabricação (tecnologia),
apresentando as mesmas definições técnicas da peça que substitui.
* Esta Norma não exclui a adoção pelo mercado de termos específicos, a
exemplo daqueles relativos a pneus (recauchutados), não abrangidos e/ou
contemplados por esta Norma.
Peça de reposição
Também denominada peça de pós-venda, é destinada a substituir peça de
produção original ou peça de reposição original, caracterizada pela sua
adequação e intercambialidade, podendo ou não apresentar as mesmas
especificações técnicas, características de qualidade (por exemplo, material,
resistência, tratamento de beneficiamento, desempenho e durabilidade) da
peça de produção original.


No exterior, há exemplos positivos que proporcionaram referências para
o consumo de peças de reposição,tornando a competição mais transparente
e colocando uma importante  ferramenta de decisão nas mãos de
quem precisa comprar.
 É o caso de órgãos europeus que avaliam as diversas
marcas de peças não-originais existentes em seus mercados, comparam-nas
com suas semelhantes originais e dão certificados de qualidade para aquelas
que passam nos seus rigorosos testes.
Segundo os defensores da certificação na Europa, os benefícios são vários, e
os principais são o estímulo à melhora dos sistemas de qualidade da indústria
de peças não-originais e a abertura de uma possibilidade real para que haja
uma competitividade saudável dentro do mercado, ampliando o leque de
boas escolhas para o consumidor.


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