MATÉRIA PUBLICADA PELO CESVI BRASIL
Postagem de assuntos que envolvem o seguro de veículos,os sinistros e o seu tratamento, matérias técnicas que envolvam segurança e tecnologia automotiva.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
CUIDADO NO ACESSO ÀS RODOVIAS
Quem nunca passou por uma
situação de risco ao sair de uma rodovia e entrar em outra? Principalmente no
momento em que se olha no retrovisor e, quando menos se espera, um caminhão
aparece ao seu lado, como se tivesse surgido do nada: o susto é inevitável!
Em situações como esta, o
ponto cego dos veículos é o principal vilão, tanto para quem está entrando na
rodovia como para quem já está nela. Veículos pesados, como caminhões e ônibus,
possuem pontos cegos nos retrovisores – principalmente na parte dianteira, logo
abaixo da cabine, na região da porta do passageiro. É nessa zona de risco que
ocorrem colisões com veículos menores.
Quer ter mais tranquilidade
nessa hora? Siga nossas dicas.
MUITA ATENÇÃO NESSA
HORA
- Em situações de trânsito
lento ou congestionado, certifique-se de que foi visto por motoristas de
veículos pesados antes de entrar na frente deles. Nem sempre, aproveitar os
espaços entre caminhões e ônibus pode ser vantajoso.
- Ao entrar na rodovia, use a
faixa de aceleração (quando houver) por completo. Assim você equaliza a
velocidade do seu veículo com a dos que já estão na estrada.
- Não entre em baixa
velocidade na frente de outros veículos – espere eles passarem e faça sua
entrada com segurança.
- E SEMPRE sinalize sua
entrada com seta. Isso a gente nem deveria precisar explicar, não é?
O Boletim Técnico é uma publicação do
CESVI BRASIL. Sua divulgação por qualquer meio é permitida desde que citada a
fonte.
O TEMPO DE REAÇÃO E A DISTÂNCIA PERCORRIDA POR UM VEÍCULO EM CASO DE FRENAGEM
É tempo de viagem ! O fim de ano e as férias proporcionam os grandes deslocamentos nas rodovias.
É oportuno lembrar que as velocidades utilizadas nas rodovias implicam em caso de frenagens de emergência, grandes espaços livres a frente para que possamos imobilizar o veículo com segurança.
Na imagem abaixo podemos observar situações em 3 velocidades distintas onde as distâncias para imobilização do veículo estão apresentadas em pavimento seco e úmido.
Importante informar que até o momento que o veículo inicie o processo de frenagem, um tempo de reação decorre, pois não há como sermos instantâneos em nossas reações.
Devemos ainda levar em conta e por consequência entendermos de que estas distâncias ainda podem aumentar pelos seguintes motivos:
1.- Pavimento com ondulações (irregular)
2.- Sugidades na pista
3.- Algum desalinhamento e imperfeições da suspensão do veículo
4.- Pneus fora de padrões de uso adequados (pressão,lisos,desgaste irregular)
5.- Sistema de freios do veículo com baixa eficiência (falta de manutenção)
6.- Habilidades do condutor
7.- Algum nível de alcoolismo
É PARA PARAR E PENSAR UM POUCO ANTES DE VIAJAR ?!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
O CARRO ESTÁ PEGANDO FOGO ! E AGORA ?
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Muita gente – e até
especialistas no assunto – considera exagerada a obrigatoriedade do extintor de
incêndio no veículo. Essa avaliação leva em conta que, diante do próprio carro
pegando fogo, muitas pessoas não pensam duas vezes: saem correndo, com medo de
uma explosão ou de sofrer algum ferimento provocado pelas chamas.
Além disso, não é todo mundo
– pelo contrário – que sabe como usar o extintor ou se comportar diante de um
princípio de incêndio no carro.
Mas agora você vai saber.
Basta seguir as dicas do CESVI:
- Identificou um princípio de
incêndio no veículo? Mantenha a calma. Estacione o carro num local seguro e faça
com que todos os ocupantes saiam.
- Não adianta evitar o
incêndio e se arriscar a um atropelamento. Por isso, sinalize a parada do carro
com o triângulo.
- E agora, onde achar o
extintor? Normalmente, ele fica embaixo do banco do passageiro da frente.
- O extintor tem um lacre.
Remova-o. Pronto, o equipamento já pode ser usado.
- Mire no foco do incêndio e
dispare. Mas sempre mantendo uma distância segura do fogo.
- Se o incêndio for maior do
que a capacidade do extintor, afaste-se do veículo e chame os bombeiros.
- Mesmo que, aparentemente, o
problema esteja solucionado, vale a pena ligar para 193 e chamar o Corpo de
Bombeiros. Eles enviarão uma equipe para conferir se não há mais riscos ou
combater novos princípios de incêndio. Os bombeiros também fornecerão um
relatório técnico sobre a ocorrência (você pode precisar dele para uma
solicitação de indenização junto à seguradora).
O EXTINTOR ESTÁ EM
ORDEM?
Mas você tem certeza de que vai poder contar com o extintor na hora da emergência? O equipamento precisa estar em plenas condições de uso e dentro do prazo de validade – também para que você não seja multado na eventualidade de uma fiscalização.
Por isso, verifique:
- Se o indicador de pressão
do extintor não está na faixa vermelha.
- Se o lacre está
intacto.
- Se o equipamento tem o selo
do Inmetro.
- Se o extintor está dentro
do prazo de validade (que é de 5 anos).
- Se ele não está
enferrujado, amassado ou apresentando outro dano importante.
VOCÊ
SABIA?
Os extintores obrigatórios no veículo são da categoria ABC, de uso misto, abrangendo as seguintes classificações:
Classe A: Para combater
incêndios em bancos, painéis e pneus.
Classe B: Para combater incêndios do próprio combustível do veículo (álcool, gasolina e diesel). Classe C: Para combater incêndios em partes elétricas.
De acordo com o Código de
Trânsito Brasileiro, quem está sem o extintor de incêndio em plenas condições de
uso deve receber multa de R$ 127,69. Trata-se de uma infração grave, que gera 5
pontos na carteira do motorista.
O Boletim Técnico é uma publicação do CESVI BRASIL. Sua divulgação por qualquer meio é permitida desde que citada a fonte. |
quarta-feira, 10 de julho de 2013
TUMULTO - RISCO SEGURÁVEL?
Se observarmos a definição sobre Tumulto do Glossário Ilustrado de Marco Aurélio Gonçalves de Souza, este define como:
" Ação de um grupo de pessoas, com características de aglomeração, que perturbe a ordem pública através da prática de atos de bloqueio de acesso e/ou predatórios, para cuja repressão não haja necessidade de intervenção das Forças Armadas, mas apenas policial."
A maioria das apólices de seguro de automóveis comercializadas no país não oferecem cobertura para este tipo de risco, constando como risco excluído nas Condições Gerais dos produtos.
Entretanto existem produtos que permitem a contratação deste tipo de risco e outros estão cobertos já nas condições gerais.
São poucos... mas estão lá ! Por quanto tempo? Também não sabemos !
O mais prudente é recolher o veículo da via pública no final da tarde em uma garagem!
sexta-feira, 7 de junho de 2013
CINTO NO BANCO TRASEIRO - USAR SEMPRE !!
Você usa o cinto de segurança
quando está no banco de trás do carro? Se não usa, adote já esse hábito –
obrigatório para a sua segurança e a dos outros ocupantes do veículo.
Quando há uma batida de
carro, as desacelerações são muito bruscas, e qualquer pessoa (ou objeto) solta
no veículo pode atingir um peso elevado quando arremessado. As montadoras e
centros de pesquisa espalhados pelo mundo fazem estudos de impacto de veículos
com testes que vão de 2 km/h, para testes de para-choque, até 64 km/h, para
testes que visam à segurança dos ocupantes. Nesses testes mais severos,
ocorridos a 64 km/h sobre uma barreira deformável – que tem a função de simular
outro veículo –, as desacelerações de um carro podem multiplicar a massa de
qualquer objeto por até 40.
Essas pessoas, além de se
ferirem gravemente, podem machucar os ocupantes que estão nos assentos
dianteiros – mesmo que os da frente estejam usando o cinto de segurança. Isso
porque, quando a pessoa é arremessada para frente na hora da batida, os bancos
dianteiros são empurrados também, pressionando o ocupante sobre o cinto de
segurança, causando ferimentos graves ou até a morte.
PESO DE
ELEFANTE
Para você ter uma ideia, abaixo há alguns exemplos dos riscos que os ocupantes dos bancos dianteiros correm durante uma batida:
Para você ter uma ideia, abaixo há alguns exemplos dos riscos que os ocupantes dos bancos dianteiros correm durante uma batida:
FAÇA O CERTO
Esses riscos são grandes e ainda desconhecidos por todos até que o carro bate – e aí, tarde demais! Mas eles podem ser minimizados com ações simples para o transporte de objetos e pessoas nos bancos traseiros. São elas:
• Pessoas nos bancos
traseiros sempre com cintos de segurança.
• Evite deixar objetos soltos sobre o banco traseiro, procure acomodá-los no assoalho ou porta-malas.
• Coloque as crianças sempre em assentos próprios para elas, de acordo com seu tamanho.
• Objetos pesados devem ser transportados no porta-malas.
• Evite deixar objetos soltos sobre o banco traseiro, procure acomodá-los no assoalho ou porta-malas.
• Coloque as crianças sempre em assentos próprios para elas, de acordo com seu tamanho.
• Objetos pesados devem ser transportados no porta-malas.
Isso pode evitar danos graves
no caso de uma batida. Pense nisso!
O Boletim Técnico é uma publicação do
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fonte.
sábado, 4 de maio de 2013
DINÂMICA DOS ACIDENTES DE TRANSITO
A descrição de como um acidente de trânsito ocorreu, o provável responsável ou prováveis responsáveis a verificação se o ambiente em torno contribuiu e de que forma, a via onde ocorreu o evento também contribuiu? e de que forma?
Estas são perguntas respondidas pela perícia que em muitas oportunidades pode ser criminalística, pois se houveram lesões a pessoas esta assume contornos que objetivam entender o local do evento e buscar provas de um provável ato intencional ou não.
Os danos ao patrimônio, e aqui falamos não somente de veículos envolvidos mas os demais danos as coisas no entorno, como o patrimônio público e até mesmo os eventos poluidores do meio ambiente são objeto de uma perícia.
A perícia pode ser, portanto, criminalística e como decorrência desenvolvida por peritos criminalísticos que fazem parte de um órgão de segurança pública.
A perícia pode ser também desenvolvida por peritos não oficiais e tais perícias são utilizadas pelo mercado segurador em diversas questões que envolvem acidentes de trânsito. sua preocupação básica está em apurar se o evento ocorreu segundo a descrição do aviso de sinistro e os danos observados no veículo ou veículos. Chamamos isto de Dinâmica do Acidente de Trânsito.
Reveste-se portanto de um trabalho técnico e científico e portanto deve ser realizado por profissionais graduados e familiarizados com este tipo de assunto.
Não podemos portanto, confundir tais procedimentos técnicos com o também conhecido no mercado segurador como "sindicância".
A sindicância é uma ferramenta usualmente utilizada pelos seguradores e portanto deveria se restringir a coleta da depoimentos, o que é usualmente feito, e deixar a dinâmica do acidente ao perito, o que não é usualmente feito.
Desta forma de atuação em muitas situações surgem litígios que invariavelmente acabam por buscar solução no judiciário. A falta de apuro técnico a total falta de uso de termos técnicos que usualmente revestem o documento chamado de "sindicância" acabem por confundir as partes, irritando corretores e seus clientes e trazendo a médio prazo custos indenizatórios mais elevados.
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